O terrorismo não é um inimigo que você vence no campo de batalha, mas um problema que você resolve com política, economia e, principalmente, dando dignidade pras pessoas.
Embora a religião seja usada como ferramenta de mobilização, as raízes do conflito são predominantemente políticas e geográficas. O roteiro explica que o colapso do Império Otomano em 1918 levou potências europeias a criarem fronteiras artificiais que não respeitavam as realidades étnicas locais. Isso gerou instabilidade e autoritarismo, criando o ambiente perfeito para o surgimento de movimentos militantes que, inicialmente nas décadas de 1960 e 1970, tinham objetivos nacionalistas e laicos de libertação territorial, e não teocráticos.
O Hezbollah e o Hamas são considerados "atores híbridos" que possuem território específico, atuam como partidos políticos e oferecem serviços sociais (escolas e hospitais) para garantir a lealdade da população local. O Hezbollah atua no Líbano com forte apoio iraniano, enquanto o Hamas é um braço da Irmandade Muçulmana na Palestina. Já a Al-Qaeda introduziu o jihadismo transnacional, focando no "inimigo distante" (Ocidente) em vez de governar territórios, operando como uma rede descentralizada de franquias para exaurir as potências estrangeiras financeiramente e moralmente.
O sucesso do ISIS deveu-se ao aproveitamento de um vácuo de poder no Iraque após a intervenção americana de 2003, recrutando militares profissionais desempregados do antigo regime de Saddam Hussein. Diferente da Al-Qaeda, o ISIS conquistou território físico, estabeleceu um "califado" com administração estatal e utilizou propaganda de alta definição para atrair recrutas globais. Mesmo após perder território, o grupo sobrevive como uma rede descentralizada que se aproveita de estados frágeis e instituições colapsadas para realizar insurgências.
A ação indireta é uma estratégia onde regimes, como o de Teerã, evitam o confronto militar direto em seu próprio território para evitar retaliações em larga escala. Em vez disso, utilizam grupos aliados — como o Hezbollah no Líbano, os Houthis no Iêmen e milícias no Iraque — para atacar adversários. Isso cria um "cinturão de segurança" e uma zona cinzenta de violência que gera pressão psicológica e política sobre inimigos como Israel e Estados Unidos, sem que o patrocinador precise assumir a autoria imediata dos ataques.
A radicalização moderna ocorre frequentemente de forma "caseira" através de bolhas de informação criadas por algoritmos, que priorizam conteúdos de ódio ou conspiração para aumentar o engajamento. Grupos extremistas utilizam linguagem codificada, fóruns de games e tecnologias como deepfakes para atrair jovens vulneráveis, oferecendo-lhes um senso de propósito e pertencimento. Esse processo transforma o campo de batalha em um espaço digital, onde indivíduos podem ser recrutados e instruídos sem nunca terem visitado uma zona de conflito física.
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